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Após a convocação de greve, Prefeitura de Batayporã se compromete a pagar salários atrasados

Com o acordo, o Sindicato dos Servidores (Sinsemb) conquista uma vitória importante para o funcionalismo público municipal.

Escrito por: Sérgio Souza Júnior CUT/MS • Publicado em: 12/09/2018 - 11:44 • Última modificação: 12/09/2018 - 12:16 Escrito por: Sérgio Souza Júnior CUT/MS Publicado em: 12/09/2018 - 11:44 Última modificação: 12/09/2018 - 12:16

ARQUIVO José Martucci, “o Duda”, é presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Batayporã

Este problema vem se arrastando desde o final de 2016, a situação se agravou novamente nesta semana, com o anúncio do início da greve dos trabalhadores convocada para esta quarta-feira (12).

Após muita tensão, as negociações entre o Sinsemb (Sindicato dos Servidores Municipais de Batayporã/MS) e a Prefeitura do município, produziram um acordo para evitar o movimento grevista.

“Nós conseguimos uma vitória parcial, o prefeito Jorge Takahashi se comprometeu a pagar ainda hoje o salários dos servidores que ganham até R$ 2.000,00, que são a ampla maioria. Quem ganha acima deste valor receberá até o dia 20 deste mês”, disse José Martucci (o Duda), presidente do Sinsemb.

Dilma Gomes, secretária-geral da CUT-MS, presidenta da FETAM-MS (Federação Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras no Serviço Público Municipal) e diretora da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), informou que vem acompanhando toda esta situação desde o ano passado. “Somos solidários a todos os servidores e servidoras municipais nesta luta, os trabalhadores não tem culpa da situação e não merecem ter seus salários atrasados”.

A dirigente sindical também destacou a atuação do presidente do Sinsemb, José Martucci, “o Duda”, e sua diretoria neste histórico de lutas acumuladas contra a perda de direitos. “Agora esperamos que o prefeito cumpra realmente com o acordo, pois os atrasos de salário não podem continuar”, afirmou Dilma.  

Para Vilson Gregório, secretário de Finanças da CUT-MS, “foi graças à luta dos servidores e do sindicato que foi possível chegar a um acordo nesta situação. Parabéns ao presidente do Sinsemb, o Duda, pelo seu empenho e pela decisão de denunciar o atraso salarial. Se tivesse ficado quieto, dificilmente teria ocorrido um acordo” disse.

Vilson também reforçou “que o sindicato e seu presidente podem continuar contando com a CUT se precisar”, o dirigente lembrou da importância do vídeo recente gravado pelo Duda, que expôs a situação nas redes sociais.

Segundo informações do Sinsemb, são aproximadamente 500 servidores públicos municipais, atingidos pelos atrasos dos salários.

Antecedentes

Segundo informação do sindicato, os atrasos salariais vem acontecendo desde o final do ano de 2016.

Já em novembro de 2017, José Martucci ocupou o microfone da Câmara de vereadores de Batayporã, cobrando que os salários fossem pagos até o 5ª dia útil, conforme a legislação municipal.

Com as idas vindas desta situação, em 2018 o sindicato recorreu à justiça para garantir o direito dos trabalhadores.

Após negociações realizadas em janeiro deste ano, envolvendo o Ministério Público, o Sindicato e a Prefeitura, foi celebrado um acordo entre as partes.

Mas no mês de junho, a prefeitura voltou a atrasar salários, descumprindo assim o acordo.

Cansados desta situação, o Sinsemb convocou a greve já aprovada pela categoria em Assembleia.

O movimento teria início no dia 12, quarta-feira, sendo suspensa quando o prefeito Jorge Takahashi se comprometeu a pagar salários atrasados dos servidores municipais.

Título: Após a convocação de greve, Prefeitura de Batayporã se compromete a pagar salários atrasados, Conteúdo: Este problema vem se arrastando desde o final de 2016, a situação se agravou novamente nesta semana, com o anúncio do início da greve dos trabalhadores convocada para esta quarta-feira (12). Após muita tensão, as negociações entre o Sinsemb (Sindicato dos Servidores Municipais de Batayporã/MS) e a Prefeitura do município, produziram um acordo para evitar o movimento grevista. “Nós conseguimos uma vitória parcial, o prefeito Jorge Takahashi se comprometeu a pagar ainda hoje o salários dos servidores que ganham até R$ 2.000,00, que são a ampla maioria. Quem ganha acima deste valor receberá até o dia 20 deste mês”, disse José Martucci (o Duda), presidente do Sinsemb. Dilma Gomes, secretária-geral da CUT-MS, presidenta da FETAM-MS (Federação Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras no Serviço Público Municipal) e diretora da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), informou que vem acompanhando toda esta situação desde o ano passado. “Somos solidários a todos os servidores e servidoras municipais nesta luta, os trabalhadores não tem culpa da situação e não merecem ter seus salários atrasados”. A dirigente sindical também destacou a atuação do presidente do Sinsemb, José Martucci, “o Duda”, e sua diretoria neste histórico de lutas acumuladas contra a perda de direitos. “Agora esperamos que o prefeito cumpra realmente com o acordo, pois os atrasos de salário não podem continuar”, afirmou Dilma.   Para Vilson Gregório, secretário de Finanças da CUT-MS, “foi graças à luta dos servidores e do sindicato que foi possível chegar a um acordo nesta situação. Parabéns ao presidente do Sinsemb, o Duda, pelo seu empenho e pela decisão de denunciar o atraso salarial. Se tivesse ficado quieto, dificilmente teria ocorrido um acordo” disse. Vilson também reforçou “que o sindicato e seu presidente podem continuar contando com a CUT se precisar”, o dirigente lembrou da importância do vídeo recente gravado pelo Duda, que expôs a situação nas redes sociais. Segundo informações do Sinsemb, são aproximadamente 500 servidores públicos municipais, atingidos pelos atrasos dos salários. Antecedentes Segundo informação do sindicato, os atrasos salariais vem acontecendo desde o final do ano de 2016. Já em novembro de 2017, José Martucci ocupou o microfone da Câmara de vereadores de Batayporã, cobrando que os salários fossem pagos até o 5ª dia útil, conforme a legislação municipal. Com as idas vindas desta situação, em 2018 o sindicato recorreu à justiça para garantir o direito dos trabalhadores. Após negociações realizadas em janeiro deste ano, envolvendo o Ministério Público, o Sindicato e a Prefeitura, foi celebrado um acordo entre as partes. Mas no mês de junho, a prefeitura voltou a atrasar salários, descumprindo assim o acordo. Cansados desta situação, o Sinsemb convocou a greve já aprovada pela categoria em Assembleia. O movimento teria início no dia 12, quarta-feira, sendo suspensa quando o prefeito Jorge Takahashi se comprometeu a pagar salários atrasados dos servidores municipais.



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