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A luta por educação de qualidade é de todos

Vamos aderir a luta dos professores da rede Estadual de ensino de São Paulo e pressionar o governo a negociar e atender a pauta de reivindicações

Escrito por: • Publicado em: 24/04/2013 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 24/04/2013 - 00:00

Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo estão em greve por tempo indeterminado. A paralisação, aprovada na última sexta-feira (19), foi decidida em assembleia que reuniu mais de 20 mil professores e professoras do Estado.
Mais do que salário e condições de trabalho decente, a greve é por uma educação de qualidade e inclusiva, condições essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. A educação, só o governo tucano ainda não entendeu, é a base do desenvolvimento econômico e social e, portanto, fundamental para a transformação do Brasil em um país que cresce distribuindo renda, combatendo a miséria e a desigualdade.
A luta por educação de qualidade é uma luta de todos. Dirigentes sindicais das mais diversas categorias, militantes, sociedade civil, pais e estudantes têm que colaborar para o sucesso do embate dos/as professores/as com o governador Geraldo Alckmin, que já deu diversas demonstrações de que educação não é prioridade da gestão tucana: “Sequer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”, disse o governador no ano passado se referindo à categoria. Pode???
Os professores e as professoras estaduais exigem que o governador abra as negociações em torno da pauta de reivindicações. No Estado, as autoridades tucanas, apesar de se autoproclamarem modernas e excelentes gestoras, resistem a aderir ao que há de mais atual no mundo do trabalho, que é a instalação de mesas permanentes de negociação que previnem confrontos, estabelecem acordos e permitem que os profissionais desenvolvam suas tarefas com tranquilidade.
A greve é necessária porque o governo do Estado não quer negociar. De maneira autoritária e desrespeitosa, propôs irrisórios 2% de aumento real para os/as professores/as, o que representa R$ 0,19 (dezenove centavos) por hora-aula. Quanto às más condições de trabalho, jornadas estafantes, violência nas escolas e a falta de pro­fessores, entre outros problemas, nenhuma palavra.
Os professores e as professoras reivindicam reajuste salarial, jornada do piso (no mínimo 33% do tempo de trabalho do professor para preparação de aulas e formação), condições de trabalho, fim da precarização do trabalho dos professores contratados por tempo determinado. Condições básicas para uma educação de qualidade.
Por isso, volto a afirmar: esta é uma luta de toda a sociedade. Neste sentido, destaco a iniciativa da CUT/SP, que acaba de realizar a 1ª Conferência Livre de Educação, reunindo trabalhadores das mais diversas categorias profissionais na preparação da II Conferência Nacional de Educação (CONAE). Nos estados e nas regiões, os sindicatos filiados à CUT, cada qual do seu modo, participarão deste importante processo promovido pelo Governo Federal.
Todos nós precisamos aderir a essa luta, pressionar o governo estadual a negociar e atender as reivindi­cações dos/as professores/as do Estado de São Paulo.
A CUT já está com a APEOSP e com os professores.
Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT
Fonte: CUT Nacional

Título: A luta por educação de qualidade é de todos, Conteúdo: Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo estão em greve por tempo indeterminado. A paralisação, aprovada na última sexta-feira (19), foi decidida em assembleia que reuniu mais de 20 mil professores e professoras do Estado. Mais do que salário e condições de trabalho decente, a greve é por uma educação de qualidade e inclusiva, condições essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. A educação, só o governo tucano ainda não entendeu, é a base do desenvolvimento econômico e social e, portanto, fundamental para a transformação do Brasil em um país que cresce distribuindo renda, combatendo a miséria e a desigualdade. A luta por educação de qualidade é uma luta de todos. Dirigentes sindicais das mais diversas categorias, militantes, sociedade civil, pais e estudantes têm que colaborar para o sucesso do embate dos/as professores/as com o governador Geraldo Alckmin, que já deu diversas demonstrações de que educação não é prioridade da gestão tucana: “Sequer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”, disse o governador no ano passado se referindo à categoria. Pode??? Os professores e as professoras estaduais exigem que o governador abra as negociações em torno da pauta de reivindicações. No Estado, as autoridades tucanas, apesar de se autoproclamarem modernas e excelentes gestoras, resistem a aderir ao que há de mais atual no mundo do trabalho, que é a instalação de mesas permanentes de negociação que previnem confrontos, estabelecem acordos e permitem que os profissionais desenvolvam suas tarefas com tranquilidade. A greve é necessária porque o governo do Estado não quer negociar. De maneira autoritária e desrespeitosa, propôs irrisórios 2% de aumento real para os/as professores/as, o que representa R$ 0,19 (dezenove centavos) por hora-aula. Quanto às más condições de trabalho, jornadas estafantes, violência nas escolas e a falta de pro­fessores, entre outros problemas, nenhuma palavra. Os professores e as professoras reivindicam reajuste salarial, jornada do piso (no mínimo 33% do tempo de trabalho do professor para preparação de aulas e formação), condições de trabalho, fim da precarização do trabalho dos professores contratados por tempo determinado. Condições básicas para uma educação de qualidade. Por isso, volto a afirmar: esta é uma luta de toda a sociedade. Neste sentido, destaco a iniciativa da CUT/SP, que acaba de realizar a 1ª Conferência Livre de Educação, reunindo trabalhadores das mais diversas categorias profissionais na preparação da II Conferência Nacional de Educação (CONAE). Nos estados e nas regiões, os sindicatos filiados à CUT, cada qual do seu modo, participarão deste importante processo promovido pelo Governo Federal. Todos nós precisamos aderir a essa luta, pressionar o governo estadual a negociar e atender as reivindi­cações dos/as professores/as do Estado de São Paulo. A CUT já está com a APEOSP e com os professores. Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT Fonte: CUT Nacional



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