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A História fará justiça à memória de Dona Marisa

Ao tempo que lamenta profundamente a morte de Marisa e presta solidariedade à família, a Confetam/CUT repudia as investidas contra a memória da companheira e crê que a História lhe fará justiça

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 02/02/2017 - 13:20 • Última modificação: 13/02/2017 - 19:35 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 02/02/2017 - 13:20 Última modificação: 13/02/2017 - 19:35

. A esposa do ex-presidente Lula faleceu hoje, aos 66 anos, em decorrência de um AVC

Com extremo pesar e profunda consternação, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) recebeu a notícia do falecimento da ex-primeira dama do Brasil, dona Marisa Letícia, companheira do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva por 43 anos, com quem teve três filhos.

Braço direito de Lula desde as greves do ABC, no final da década de 1970, movimento que o levou à presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), Marisa não só testemunhou como participou diretamente da construção do Novo Sindicalismo, que pavimentou a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT).

Foi ela, aliás, quem confeccionou a primeira bandeira do partido: uma estrela branca costurada num tecido vermelho, imagem que se tornaria a marca registrada do PT. Uma das primeiras militantes da legenda, arregimentou pessoalmente trabalhadores e trabalhadoras a se engajarem na construção do novo partido. 

Na companhia dos filhos ainda pequenos, ela liderou a Marcha das Mulheres, em 1980, que reivindicava a libertação do marido e de outros companheiros, presos pela ditadura militar em função das greves do período.

Chamada carinhosamente de "galega" por Lula, Marisa se tornou primeira-dama do Brasil, em 2003, com a eleição de Lula para a Presidência da República, deixando o Palácio da Alvorada oito anos depois, quando encerrou o segundo mandato do ex-presidente. 

Perseguida injustamente pela operação Lava Jato, a ex-primeira dama enfrentou com dignidade todas as investidas para incriminar o casal, que foram desde a divulgação de escutas telefônicas ilegais e a invasão de sua residência pela Polícia Federal, até a condução coercitiva do marido, transmitida ao vivo num espetáculo midiático sem precedentes.

No entanto, a saúde de Marisa não suportou a pressão a qual foi submetida durante os últimos anos, juntamente com o marido e os filhos, vindo a falecer na manhã de hoje em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Ao mesmo tempo que lamenta profundamente a morte de Marisa e presta integral solidariedade a toda a família, a Confetam/CUT repudia as investidas contra a memória da companheira e crê que a História se encarregará de recontar para as novas gerações a importância desta mulher brasileira na construção do sonho de um Brasil menos injusto e mais igualitário.

Marisa Letícia presente! 

Fortaleza, 2 de fevereiro de 2017

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT

Título: A História fará justiça à memória de Dona Marisa, Conteúdo: Com extremo pesar e profunda consternação, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) recebeu a notícia do falecimento da ex-primeira dama do Brasil, dona Marisa Letícia, companheira do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva por 43 anos, com quem teve três filhos. Braço direito de Lula desde as greves do ABC, no final da década de 1970, movimento que o levou à presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), Marisa não só testemunhou como participou diretamente da construção do Novo Sindicalismo, que pavimentou a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT). Foi ela, aliás, quem confeccionou a primeira bandeira do partido: uma estrela branca costurada num tecido vermelho, imagem que se tornaria a marca registrada do PT. Uma das primeiras militantes da legenda, arregimentou pessoalmente trabalhadores e trabalhadoras a se engajarem na construção do novo partido.  Na companhia dos filhos ainda pequenos, ela liderou a Marcha das Mulheres, em 1980, que reivindicava a libertação do marido e de outros companheiros, presos pela ditadura militar em função das greves do período. Chamada carinhosamente de galega por Lula, Marisa se tornou primeira-dama do Brasil, em 2003, com a eleição de Lula para a Presidência da República, deixando o Palácio da Alvorada oito anos depois, quando encerrou o segundo mandato do ex-presidente.  Perseguida injustamente pela operação Lava Jato, a ex-primeira dama enfrentou com dignidade todas as investidas para incriminar o casal, que foram desde a divulgação de escutas telefônicas ilegais e a invasão de sua residência pela Polícia Federal, até a condução coercitiva do marido, transmitida ao vivo num espetáculo midiático sem precedentes. No entanto, a saúde de Marisa não suportou a pressão a qual foi submetida durante os últimos anos, juntamente com o marido e os filhos, vindo a falecer na manhã de hoje em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ao mesmo tempo que lamenta profundamente a morte de Marisa e presta integral solidariedade a toda a família, a Confetam/CUT repudia as investidas contra a memória da companheira e crê que a História se encarregará de recontar para as novas gerações a importância desta mulher brasileira na construção do sonho de um Brasil menos injusto e mais igualitário. Marisa Letícia presente!  Fortaleza, 2 de fevereiro de 2017 Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - Confetam/CUT



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