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9º Congresso do SISMMAR reúne centenas de servidores (as) para discutir rumos da categoria

Nos dias 12 e 13 de setembro o SISMMAR promoveu o seu 9º Congresso “Organizar e lutar! É possível construir o mundo que sonhamos”.

Escrito por: • Publicado em: 16/09/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 16/09/2014 - 00:00

Durante o evento cerca de 150 delegados discutiram a conjuntura dos (as) servidores (as) públicos a nível internacional, nacional, estadual e municipal e ainda definiram diretrizes do sindicato para o próximo triênio.
Na abertura do evento compuseram a mesa de autoridades, o dirigente sindical da APP sindicato em Maringá, Luiz Carlos dos Santos, a presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, a secretária nacional de Saúde do Trabalhador da CUT, Junéia Martins Batista e a presidenta da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais CUTistas (FESSMUC) Cibele Campos.
A presidenta da FESSMUC, ressaltou a importância do evento, que visa influenciar na mudança das políticas públicas, além de despertar o(a) trabalhador(a) para aquilo que ele pode e deve alcançar. Campos lembrou que a federação tem sido um importante instrumento na luta dos sindicatos municipais. “Os municípios têm, muitas vezes, pautas comuns. Quando a gente descobre a nossa força, a federação pode somar e cobrar o cumprimento das Leis”.
Na sequência, a presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, reforçou que o sindicato está trabalhando com afinco pelas lutas do(a) servidor(a) municipal. “Temos várias bandeiras nesse momento; o PCCR do Magistério, o vale-alimentação, o combate às privatizações e aos CCs. Estamos sempre procurando dar atenção a nossa base para ouvir os problemas e fazer a luta em defesa dos (as) servidores (as). Esse congresso mostra que queremos ouvir e os anseios de vocês”, afirmou.
Junéia Batista, em sua fala inicial, disse que são raros os sindicatos que realizam congressos, e que o SISMMAR é uma importante instituição que representa realmente o trabalhador. “Nas minhas andanças pelo Brasil, vejo as dificuldades de muitos sindicatos em dialogar com as suas bases. Admiro muito entidades sindicais, como o SISMMAR, que reúnem os(as) seus servidores(as) em um Congresso para reforçar a luta”.
Conjuntura internacional e nacional
A classe trabalhadora enfrenta um momento de grandes desafios com as terceirizações batendo à porta. Esse fenômeno mundial foi um dos destaques feitos por Batista, que elencou ainda outras discussões a nível internacional e nacional, como os acordos de livre comércio, a falta de regulamentação da Convenção 151, violação e morte de dirigentes sindicais e o aviltamento da liberdade sindical.
Quanto à questão política nacional, Batista, afirma: “o que está em jogo? Tudo o que se construiu em 12 anos. Precisamos tomar cuidado, em quem vamos votar nos dias cinco e 26 de outubro, temos que analisar quem de fato representa os trabalhadores. Se o projeto 4330 passar, por exemplo, será o início de um processo de flexibilização e terceirização sem precedentes culminando na falta de proteção social, inclusive no setor público”, alerta.
Conjuntura estadual e municipal
Na discussão sobre o cenário estadual e municipal, o historiador, Reginaldo Benedito Dias, avalia que o estado está em um momento de crise. “Existe uma crise administrativa no Paraná, que se reflete e se reproduz no serviço público. Beto Richa (PSDB) flerta com a privatização direta e não tem tido enfrentamento com os (as) servidores (as). O cenário é preocupante”. Dias pontua que o movimento sindical precisa se articular e reafirmar o seu papel de resistência.
“Fiz um levantamento baseado nas informações do site da CUT/PR; existem cerca de 200 sindicatos filiados a central distribuídos em todas as regiões do estado, 30 destes compõem a APP Sindicato e 40 os servidores (as) municipais. O que eu percebo é que os (as) trabalhadores (as) do serviço municipal estão ausentes das discussões que envolvem nosso estado, precisamos unir as nossas forças caso a gente queira vencer esse grupo que, segundo as pesquisas eleitorais, vai permanecer no poder”.
No âmbito municipal, Dias fez uma reflexão sobre o ciclo eleitoral da cidade argumentando que a sociedade maringaense tem muita simpatia pelo projeto privatizante do atual grupo político que administra a cidade. O historiador aponta a necessidade de se ampliar o debate com a sociedade e mostrar a população o que está em xeque quando se vende o serviço público.
Grupos de trabalho e discussões
O segundo dia do Congresso do SISMMAR foi marcado pelas discussões produtivas dos(as) delegados(as) sobre temas relevantes para toda classe. Como saúde pública, educação, saúde do(a) trabalhador(a), meio ambiente, sustentabilidade e segurança pública, Assistência social, cultura, esportes, lazer e aposentados, igualdade racial de gênero e de pessoas com necessidades especiais, entre outros.
Na aprovação das teses, o grupo vencedor “Nós fazemos história! Lutamos e conquistamos direitos” defendeu diversas bandeiras de lutas, entre elas, o fortalecimento das políticas que visam defender os direitos e conquistas dos (as) trabalhadores (as), o combate às injustiças sociais, a privatização e terceirização do trabalho e a luta contra a falta de investimentos na correta exploração dos recursos naturais e do meio ambiente.
Ao final do evento foi lançada a campanha pelo corte no número de Cargos Comissionados em Maringá.
Fonte: SISMMAR

Título: 9º Congresso do SISMMAR reúne centenas de servidores (as) para discutir rumos da categoria, Conteúdo: Durante o evento cerca de 150 delegados discutiram a conjuntura dos (as) servidores (as) públicos a nível internacional, nacional, estadual e municipal e ainda definiram diretrizes do sindicato para o próximo triênio. Na abertura do evento compuseram a mesa de autoridades, o dirigente sindical da APP sindicato em Maringá, Luiz Carlos dos Santos, a presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, a secretária nacional de Saúde do Trabalhador da CUT, Junéia Martins Batista e a presidenta da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais CUTistas (FESSMUC) Cibele Campos. A presidenta da FESSMUC, ressaltou a importância do evento, que visa influenciar na mudança das políticas públicas, além de despertar o(a) trabalhador(a) para aquilo que ele pode e deve alcançar. Campos lembrou que a federação tem sido um importante instrumento na luta dos sindicatos municipais. “Os municípios têm, muitas vezes, pautas comuns. Quando a gente descobre a nossa força, a federação pode somar e cobrar o cumprimento das Leis”. Na sequência, a presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, reforçou que o sindicato está trabalhando com afinco pelas lutas do(a) servidor(a) municipal. “Temos várias bandeiras nesse momento; o PCCR do Magistério, o vale-alimentação, o combate às privatizações e aos CCs. Estamos sempre procurando dar atenção a nossa base para ouvir os problemas e fazer a luta em defesa dos (as) servidores (as). Esse congresso mostra que queremos ouvir e os anseios de vocês”, afirmou. Junéia Batista, em sua fala inicial, disse que são raros os sindicatos que realizam congressos, e que o SISMMAR é uma importante instituição que representa realmente o trabalhador. “Nas minhas andanças pelo Brasil, vejo as dificuldades de muitos sindicatos em dialogar com as suas bases. Admiro muito entidades sindicais, como o SISMMAR, que reúnem os(as) seus servidores(as) em um Congresso para reforçar a luta”. Conjuntura internacional e nacional A classe trabalhadora enfrenta um momento de grandes desafios com as terceirizações batendo à porta. Esse fenômeno mundial foi um dos destaques feitos por Batista, que elencou ainda outras discussões a nível internacional e nacional, como os acordos de livre comércio, a falta de regulamentação da Convenção 151, violação e morte de dirigentes sindicais e o aviltamento da liberdade sindical. Quanto à questão política nacional, Batista, afirma: “o que está em jogo? Tudo o que se construiu em 12 anos. Precisamos tomar cuidado, em quem vamos votar nos dias cinco e 26 de outubro, temos que analisar quem de fato representa os trabalhadores. Se o projeto 4330 passar, por exemplo, será o início de um processo de flexibilização e terceirização sem precedentes culminando na falta de proteção social, inclusive no setor público”, alerta. Conjuntura estadual e municipal Na discussão sobre o cenário estadual e municipal, o historiador, Reginaldo Benedito Dias, avalia que o estado está em um momento de crise. “Existe uma crise administrativa no Paraná, que se reflete e se reproduz no serviço público. Beto Richa (PSDB) flerta com a privatização direta e não tem tido enfrentamento com os (as) servidores (as). O cenário é preocupante”. Dias pontua que o movimento sindical precisa se articular e reafirmar o seu papel de resistência. “Fiz um levantamento baseado nas informações do site da CUT/PR; existem cerca de 200 sindicatos filiados a central distribuídos em todas as regiões do estado, 30 destes compõem a APP Sindicato e 40 os servidores (as) municipais. O que eu percebo é que os (as) trabalhadores (as) do serviço municipal estão ausentes das discussões que envolvem nosso estado, precisamos unir as nossas forças caso a gente queira vencer esse grupo que, segundo as pesquisas eleitorais, vai permanecer no poder”. No âmbito municipal, Dias fez uma reflexão sobre o ciclo eleitoral da cidade argumentando que a sociedade maringaense tem muita simpatia pelo projeto privatizante do atual grupo político que administra a cidade. O historiador aponta a necessidade de se ampliar o debate com a sociedade e mostrar a população o que está em xeque quando se vende o serviço público. Grupos de trabalho e discussões O segundo dia do Congresso do SISMMAR foi marcado pelas discussões produtivas dos(as) delegados(as) sobre temas relevantes para toda classe. Como saúde pública, educação, saúde do(a) trabalhador(a), meio ambiente, sustentabilidade e segurança pública, Assistência social, cultura, esportes, lazer e aposentados, igualdade racial de gênero e de pessoas com necessidades especiais, entre outros. Na aprovação das teses, o grupo vencedor “Nós fazemos história! Lutamos e conquistamos direitos” defendeu diversas bandeiras de lutas, entre elas, o fortalecimento das políticas que visam defender os direitos e conquistas dos (as) trabalhadores (as), o combate às injustiças sociais, a privatização e terceirização do trabalho e a luta contra a falta de investimentos na correta exploração dos recursos naturais e do meio ambiente. Ao final do evento foi lançada a campanha pelo corte no número de Cargos Comissionados em Maringá. Fonte: SISMMAR



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