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2ª Marcha em Defesa do SUS é nesta quarta-feira (6)

Proposta é que a Marcha saia da Catedral Metropolitana de Brasília e caminhe até o gramado em frente ao Congresso Nacional, reivindicando saúde pública gratuita e de qualidade para todos

Escrito por: Confetam • Publicado em: 01/07/2016 - 17:22 • Última modificação: 05/07/2016 - 16:31 Escrito por: Confetam Publicado em: 01/07/2016 - 17:22 Última modificação: 05/07/2016 - 16:31

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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) convocou para esta quarta-feira (06/07) a 2ª Marcha em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), em Brasília. O chamado foi feito durante a Plenária da Saúde em Defesa da Democracia e do SUS, realizada no dia 7 de junho na Câmara dos Deputados.

Atendendo à convocatória do CNS, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) está mobilizando as federações filiadas e os sindicatos da categoria para participarem da Marcha em Defesa da Saúde, da Seguridade Social e da Democracia. 

A concentração está prevista para às 9 horas, na Catedral Metropolitana de Brasília. Por volta das 10 horas, as caravanas seguem em caminhada com suas bandeiras até o Congresso Nacional, onde a marcha encerra com um grande ato público.

A Confetam/CUT entende que a defesa do SUS passa obrigatoriamente pela defesa dos direitos sociais, incluindo a Previdência e a Assistência Social. Para a entidade, preservar o SUS é defender não só a saúde, mas também a Seguridade. E vice-versa. 

Mobilização para barrar a extinção de direitos 

O presidente do CNS, Ronald Santos, destacou as mobilizações nas ruas como reflexo do poder dos movimentos sociais na defesa do SUS. “Temos o compromisso de mostrarmos a nossa força. Essa marcha é coletiva e envolve o conjunto de movimentos que integram a batalha da saúde pública brasileira”, disse.

O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) afirmou que no momento de crise de representatividade e de democracia é preciso que os movimentos sociais mostrem unidade e principalmente demostrem o seu poder de articulação por meio de suas bandeiras. “Movimentos com grande poder de mobilização devem estar munidos na defesa dos diretos sociais que sofrem um grande desmonte institucional”, opinou.

Já para o senador Humberto Costa (PT-PE), é preciso exigir do governo interino uma participação maior para cobrar os direitos sociais. “Não é impossível. As mobilizações demostram a força da democracia. As dimensões alcançadas da defesa do SUS são a expressão da resistência”, afirmou.

A 2ª Marcha em Defesa do SUS contará com a participação de diversas entidades representativas de vários segmentos, de religiões, gênero, raça, profissionais de saúde e de outras áreas que reivindicam saúde pública, gratuita e de qualidade para todos.

Serviço:

2ª Marcha em Defesa da Saúde, da Seguridade e da Democracia

Quarta-feira, dia 06 de julho de 2016, em Brasília

Concentração às 9 horas na Catedral Metropolitana

Saída às 10 horas em direção ao Congresso Nacional

Com informações do CNS

Título: 2ª Marcha em Defesa do SUS é nesta quarta-feira (6), Conteúdo: O Conselho Nacional de Saúde (CNS) convocou para esta quarta-feira (06/07) a 2ª Marcha em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), em Brasília. O chamado foi feito durante a Plenária da Saúde em Defesa da Democracia e do SUS, realizada no dia 7 de junho na Câmara dos Deputados. Atendendo à convocatória do CNS, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) está mobilizando as federações filiadas e os sindicatos da categoria para participarem da Marcha em Defesa da Saúde, da Seguridade Social e da Democracia.  A concentração está prevista para às 9 horas, na Catedral Metropolitana de Brasília. Por volta das 10 horas, as caravanas seguem em caminhada com suas bandeiras até o Congresso Nacional, onde a marcha encerra com um grande ato público. A Confetam/CUT entende que a defesa do SUS passa obrigatoriamente pela defesa dos direitos sociais, incluindo a Previdência e a Assistência Social. Para a entidade, preservar o SUS é defender não só a saúde, mas também a Seguridade. E vice-versa.  Mobilização para barrar a extinção de direitos  O presidente do CNS, Ronald Santos, destacou as mobilizações nas ruas como reflexo do poder dos movimentos sociais na defesa do SUS. “Temos o compromisso de mostrarmos a nossa força. Essa marcha é coletiva e envolve o conjunto de movimentos que integram a batalha da saúde pública brasileira”, disse. O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) afirmou que no momento de crise de representatividade e de democracia é preciso que os movimentos sociais mostrem unidade e principalmente demostrem o seu poder de articulação por meio de suas bandeiras. “Movimentos com grande poder de mobilização devem estar munidos na defesa dos diretos sociais que sofrem um grande desmonte institucional”, opinou. Já para o senador Humberto Costa (PT-PE), é preciso exigir do governo interino uma participação maior para cobrar os direitos sociais. “Não é impossível. As mobilizações demostram a força da democracia. As dimensões alcançadas da defesa do SUS são a expressão da resistência”, afirmou. A 2ª Marcha em Defesa do SUS contará com a participação de diversas entidades representativas de vários segmentos, de religiões, gênero, raça, profissionais de saúde e de outras áreas que reivindicam saúde pública, gratuita e de qualidade para todos. Serviço: 2ª Marcha em Defesa da Saúde, da Seguridade e da Democracia Quarta-feira, dia 06 de julho de 2016, em Brasília Concentração às 9 horas na Catedral Metropolitana Saída às 10 horas em direção ao Congresso Nacional Com informações do CNS



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