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14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo: balanço e propostas

Entre as bandeiras de luta estão a Constituinte Exclusiva do Sistema Político e o apoio, nas eleições, a candidatos comprometidos com o projeto popular

Escrito por: • Publicado em: 05/06/2014 - 00:00 Escrito por: Publicado em: 05/06/2014 - 00:00

Resgatar os princípios que fundaram a Central, fortalecer a participação da juventude, ampliar a presença feminina nos espaços de decisão e reafirmar a bandeira da reforma política com o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. O próximo período tem estes e outros desafios a enfrentar, como apontaram os mais de 200 delegados e delegadas reunidos de 28 a 30 de maio na 14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo, no Centro Cultural Adamastor, em Guarulhos.
A mesa "Valores, princípios e desafios para o próximo período" abriu as discussões na tarde da quarta (28), na qual dirigente Simone Silva Pereira, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) destacou a crítica, a autocrítica, o respeito e o cuidado com a vida coletiva.
A disputa pela hegemonia na sociedade por meio da reforma política, bem como o resgate aos princípios fundantes da Central - com liberdade e autonomia sindical, organização no local de trabalho e o fim do imposto sindical- foram pontuados na mesma mesa por Aparecido Donizete da Silva, secretário-adjunto de Administração e Finanças da CUT Nacional.
A abertura do evento, na noite da quarta (28), contou com análise de conjuntura do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em mesa com a presença do prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida; do ex-presidente da CUT, Artur Henrique; do presidente nacional da Central, Vagner Freitas e, ainda, de Adi dos Santos Lima, presidente da CUT/SP, e Adriana Magalhães, secretária de Imprensa da CUT estadual.
Homenagem e desafios - Além do intenso debate político na 14ª Plenária, o encontro também foi marcado pela emoção da homenagem prestada na manhã da quinta (29) ao professor Carlos Ramiro de Castro, ao som de "Não deixe o samba morrer", canção da cantora Alcione que o militante tanto gostava. Na ocasião, foram apresentadas fotos desde a infância, juventude até os momentos de luta do Carlão da Apeoesp nas ruas, no sindicato, no meio do povo.
Os 30 anos da CUT/SP foram relembrados num vídeo que, por meio de fotos e entrevistas, narra a história de lutas e conquistas da Central no estado de São Paulo. No mesmo dia, o balanço e análise de conjuntura nacional e estadual foram apresentados, respectivamente, por Vagner e Adi.
A disputa nas redes sociais, o plebiscito pela reforma política e o legado da Copa ao Brasil foram pauta dos debates na tarde do dia 29 (quinta). Na mesa "Crise de Abastecimento de Água", o presidente da CUT/SP convocou os cutistas a participarem de ato que alertará a população para os problemas e, especialmente, para os riscos ao emprego. A atividade, em parceria com os movimentos sociais, será em 5 de junho, a partir das 9h, na Estação Pinheiros, próxima à Praça Vitor Civita, na zona oeste da capital. Saiba mais em CUT São Paulo realiza ato dia 5 contra a crise da água
Propostas para o próximo período - No dia 30, os delegados e delegadas apoiaram por unanimidade a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Em São Paulo, será apoiada a candidatura que estiver comprometida com a classe trabalhadora, contudo, a CUT ressaltou a necessidade de romper com o modelo tucano vigente há 20 anos no estado mais rico do Brasil.
Os sindicatos cutistas, que participaram da 14ª Plenária, assumiram o compromisso de fortalecer, dialogar e ampliar a participação no Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. Os trabalhos de formação estão sendo feitos desde o ano passado e as urnas serão montadas entre os dias 1º e 7 de setembro de 2014 em todo o país. A consulta popular fará uma única pergunta à população: “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político? ”.
Na mesa "Políticas afirmativas da CUT/SP", realizada no último dia (30), os dirigentes apontaram alguns dos desafios em relação à juventude, mulheres, negros/as, trabalhadores/as com deficiência e os/as LGBTs. Dentre eles estão a questão da paridade e bandeiras para igualdade de gênero; a mudança no discurso sindical, necessária para aproximação dos jovens; a importância do fortalecimento dos coletivos e do engajamento dos sindicatos para defesa de direitos da população LGBT e com deficiência no mundo do trabalho.
A mesa de encerramento tratou sobre o “Plano de Lutas e Estratégias” para o próximo período, com o objetivo de priorizar a disputa pela hegemonia, defender a democracia e os direitos dos trabalhadores/as e fortalecer a organização e a representação da Central no estado paulista.
Entre as bandeiras reafirmadas pela Central no estado estão o fortalecimento, por meio da Comissão da Verdade, na apuração de crimes cometidos contra trabalhadores/as na ditadura; a democratização dos meios de comunicação; o apoio à organização sindical e toda forma de direitos da cidadania dos trabalhadores/as imigrantes e a articulação com os movimentos sociais. Além dessas, o fim do PL 4330/04, da terceirização, a jornada de 40 horas semanais, a regulamentação das convenções 151 e 156 e a ratificação da Convenção 158, da OIT; a reforma tributária e o fim do fator previdenciário.
A 14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo teve a participação de delegados/as de todos os ramos cutistas.
Fonte: Sindsep

Título: 14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo: balanço e propostas, Conteúdo: Resgatar os princípios que fundaram a Central, fortalecer a participação da juventude, ampliar a presença feminina nos espaços de decisão e reafirmar a bandeira da reforma política com o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. O próximo período tem estes e outros desafios a enfrentar, como apontaram os mais de 200 delegados e delegadas reunidos de 28 a 30 de maio na 14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo, no Centro Cultural Adamastor, em Guarulhos. A mesa Valores, princípios e desafios para o próximo período abriu as discussões na tarde da quarta (28), na qual dirigente Simone Silva Pereira, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) destacou a crítica, a autocrítica, o respeito e o cuidado com a vida coletiva. A disputa pela hegemonia na sociedade por meio da reforma política, bem como o resgate aos princípios fundantes da Central - com liberdade e autonomia sindical, organização no local de trabalho e o fim do imposto sindical- foram pontuados na mesma mesa por Aparecido Donizete da Silva, secretário-adjunto de Administração e Finanças da CUT Nacional. A abertura do evento, na noite da quarta (28), contou com análise de conjuntura do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em mesa com a presença do prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida; do ex-presidente da CUT, Artur Henrique; do presidente nacional da Central, Vagner Freitas e, ainda, de Adi dos Santos Lima, presidente da CUT/SP, e Adriana Magalhães, secretária de Imprensa da CUT estadual. Homenagem e desafios - Além do intenso debate político na 14ª Plenária, o encontro também foi marcado pela emoção da homenagem prestada na manhã da quinta (29) ao professor Carlos Ramiro de Castro, ao som de Não deixe o samba morrer, canção da cantora Alcione que o militante tanto gostava. Na ocasião, foram apresentadas fotos desde a infância, juventude até os momentos de luta do Carlão da Apeoesp nas ruas, no sindicato, no meio do povo. Os 30 anos da CUT/SP foram relembrados num vídeo que, por meio de fotos e entrevistas, narra a história de lutas e conquistas da Central no estado de São Paulo. No mesmo dia, o balanço e análise de conjuntura nacional e estadual foram apresentados, respectivamente, por Vagner e Adi. A disputa nas redes sociais, o plebiscito pela reforma política e o legado da Copa ao Brasil foram pauta dos debates na tarde do dia 29 (quinta). Na mesa Crise de Abastecimento de Água, o presidente da CUT/SP convocou os cutistas a participarem de ato que alertará a população para os problemas e, especialmente, para os riscos ao emprego. A atividade, em parceria com os movimentos sociais, será em 5 de junho, a partir das 9h, na Estação Pinheiros, próxima à Praça Vitor Civita, na zona oeste da capital. Saiba mais em CUT São Paulo realiza ato dia 5 contra a crise da água Propostas para o próximo período - No dia 30, os delegados e delegadas apoiaram por unanimidade a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Em São Paulo, será apoiada a candidatura que estiver comprometida com a classe trabalhadora, contudo, a CUT ressaltou a necessidade de romper com o modelo tucano vigente há 20 anos no estado mais rico do Brasil. Os sindicatos cutistas, que participaram da 14ª Plenária, assumiram o compromisso de fortalecer, dialogar e ampliar a participação no Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. Os trabalhos de formação estão sendo feitos desde o ano passado e as urnas serão montadas entre os dias 1º e 7 de setembro de 2014 em todo o país. A consulta popular fará uma única pergunta à população: “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político? ”. Na mesa Políticas afirmativas da CUT/SP, realizada no último dia (30), os dirigentes apontaram alguns dos desafios em relação à juventude, mulheres, negros/as, trabalhadores/as com deficiência e os/as LGBTs. Dentre eles estão a questão da paridade e bandeiras para igualdade de gênero; a mudança no discurso sindical, necessária para aproximação dos jovens; a importância do fortalecimento dos coletivos e do engajamento dos sindicatos para defesa de direitos da população LGBT e com deficiência no mundo do trabalho. A mesa de encerramento tratou sobre o “Plano de Lutas e Estratégias” para o próximo período, com o objetivo de priorizar a disputa pela hegemonia, defender a democracia e os direitos dos trabalhadores/as e fortalecer a organização e a representação da Central no estado paulista. Entre as bandeiras reafirmadas pela Central no estado estão o fortalecimento, por meio da Comissão da Verdade, na apuração de crimes cometidos contra trabalhadores/as na ditadura; a democratização dos meios de comunicação; o apoio à organização sindical e toda forma de direitos da cidadania dos trabalhadores/as imigrantes e a articulação com os movimentos sociais. Além dessas, o fim do PL 4330/04, da terceirização, a jornada de 40 horas semanais, a regulamentação das convenções 151 e 156 e a ratificação da Convenção 158, da OIT; a reforma tributária e o fim do fator previdenciário. A 14ª Plenária Estatutária da CUT São Paulo teve a participação de delegados/as de todos os ramos cutistas. Fonte: Sindsep



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